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Herik Mourão compartilhou issoA melhor parte do Groceryshop 2026? As conversas. Passei a semana com o time da Kevel conversando com varejistas, marcas e parceiros sobre o que realmente está funcionando em Retail Media. E um tema apareceu várias vezes: mais resultados concretos e menos promessas. Mensuração em que as marcas possam confiar, decisões mais inteligentes e experiências construídas em torno do consumidor. Começamos a semana com The CPG Guys e Rethink Retail e depois realizamos o Groceryshop After Dark com a QSIC. Obrigado a todos que participaram e encontraram um tempo para conversar com a gente. Foi muito bom reencontrar velhos amigos e conhecer tanta gente nova. Menção especial para a camisa do Benjamin Thompson e para os looks do Matt Lee. Escolhas ousadas. Resultados fortes. 😄 E você já tinha ouvido falar do Groceryshop ?
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Herik Mourão compartilhou issoEstá no ar o 2º episódio do FC em Pauta! Mais uma vez ao lado do meu parceiro de bancada Diego Bonna ( stakio ) para analisar a fundo o que está mexendo com o mercado: Amazon & FTC: investigações sobre leilões e impacto bilionário; Métricas da ANA: pressão por padrões e o silêncio da Amazon; Commerce & Travel Media: o avanço das aéreas com first-party data; Margens de Ads: crescendo 6x mais rápido que o varejo tradicional. Patrocínio oficial: MegaMidia Group Kevel Assista no canal do Retail Media FCHerik Mourão compartilhou issoEstá no ar o 2º episódio do FC em Pauta! Herik Mourão recebe Diego Bonna (Stakio) para analisar os temas que estão em alta no mercado de Retail e Commerce Media. Amazon & FTC: investigações sobre leilões e o impacto bilionário; Métricas da ANA: o movimento de Walmart, Target e o silêncio da Amazon; Commerce & Travel Media: o avanço de aéreas e o uso de first-party data; Margens de Ads: receitas crescendo 6x mais rápido que o varejo tradicional. Patrocínio: Kevel e MegaMidia. Assista completo no canal do Retail Media FC e comente: qual tema mais impacta você? #RetailMedia #CommerceMedia #Varejo
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Herik Mourão compartilhou issoUma das melhores partes de fazer o Retail Media FC é ter a chance de conversar diretamente com grandes referências do setor. Afinal, se você quer aprender muito sobre diversos temas: comece um podcast rsrs Vou deixar aqui os episódios mais recentes, para vocês maratonarem: Camila Alvarez e Vinicius Oliveira ( iFood ) Diego Bonna ( stakio ) GUILHERME MAMEDE ( Accenture Brasil ) Fátima Leal ( Unlimitail ) e Eliana Artilha ( Walmart de México y Centroamérica ) Prof. Antonio Gelis F. ( Fundação Getulio Vargas ) Vou deixar o link de todos, no primeiro comentário 📲 Agora me conta: qual desses episódios você vai assistir primeiro? #RetailMedia #Varejo #RetailMediaFC #Inovação #Negócios #Liderança
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Herik Mourão compartilhou issoNos vemos no Adtech & Branding 2026 do IAB Brasil! No dia 16 de setembro, às 10h30, estarei no painel "Retail Media: de canal emergente a essencial" para debater o impacto e as transformações desse mercado que não para de crescer. Quem vai estar por lá? Vamos nos conectar! #AdtechBranding #RetailMedia #Marketing #Kevel
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Herik Mourão compartilhou issoPróxima parada: Las Vegas para o Groceryshop 2026! 🇺🇸 De 22 a 24 de setembro, estarei presente em um dos maiores encontros globais de inovação para o varejo e bens de consumo. O evento é o termômetro perfeito para entender os rumos de tecnologia, comportamento do shopper e, claro, a evolução do Retail Media em escala mundial. Mais do que acompanhar as novidades ao lado do time da Kevel, o objetivo é conectar pessoas, trocar visões estratégicas e mapear o que realmente vai impactar o nosso ecossistema. 📍 Vai estar em Las Vegas nesses dias? Me mande uma mensagem por aqui, vai ser ótimo marcar um café e bater um papo! 🎙️ E para quem fica por aqui: também vou cobrir os principais insights, bastidores e tendências direto do evento para o Retail Media FC. Fiquem de olho que vem muito conteúdo por aí! #Groceryshop2026 #RetailMedia #RetailMediaFC #Kevel #InovaçãoNoVarejo #Networking #RetailTech
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Herik Mourão compartilhou issoColin é o cara!! Colin é o cara que mais conhece sobre Retail e Commerce Media ao redor do mundo. Ele está andando por ai e vendo o que funciona, conversando com diversas pessoas, ouvindo muito e também falando como consultor e keynote speaker. E se você ler o post dele, vai perceber que tem um spoiler no texto!!Herik Mourão compartilhou isso𝘏𝘦𝘳𝘦 𝘢𝘳𝘦 𝘵𝘩𝘦 𝘤𝘪𝘵𝘪𝘦𝘴 𝘐'𝘷𝘦 𝘸𝘰𝘳𝘬𝘦𝘥 𝘪𝘯 𝘵𝘩𝘪𝘴 𝘺𝘦𝘢𝘳 (𝘴𝘰 𝘧𝘢𝘳) 𝘥𝘰𝘪𝘯𝘨 𝘬𝘦𝘺𝘯𝘰𝘵𝘦𝘴, 𝘸𝘰𝘳𝘬𝘴𝘩𝘰𝘱𝘴, 𝘱𝘢𝘯𝘦𝘭𝘴: New York, Liverpool, Frankfurt, Leeds, Gothenburg, Düsseldorf, Paris, Warsaw, Istanbul, Barcelona, Munich, Helsinki, Vienna, Cannes, Dubai. Next week its Sydney, end of September, Cologne and with a bit of luck Dublin, London, São Paulo, Amsterdam and Luxembourg by the end of the year. I added them up out of curiosity about what all that travel talking about retail media in 20 cities and fifteen countries has actually taught me. 1. Markets are much less different from one another than I expected - except for the US - which is an outlier. 2. Structures and thinking about the role of trade marketing are remarkably similar. 3. A lot of marketers and senior brand and retail folks do not understand what retail media is. I don't mean the latter as a criticism. They run large businesses and they are busy, but most people look at the world through their lens, not yours. And there is a bias in my audiences. BUT If we don't have a common understanding as to what retail media is and what it can do you can't work out who should own it internally, which budget it comes from, what you should expect it to do, or how you'd know whether it worked. For example, the 'brand' marketing teams don't buy into the idea - so there are no 'brand marketing budgets' to access. Many of the arguments I get pulled into about measurement or team structure are really internal discussions - and the turn out to be proxies for 'I am not really sure what this thing is'. The argument that 'retail media just converts demand rather than creates it' is a symbol of this problem. Brands have much to benefit from the scale, incrementality, and brand equity it can do. As Skye Frontier writes "𝘵𝘩𝘦 𝘳𝘦𝘢𝘭𝘪𝘵𝘺 𝘪𝘴 𝘵𝘩𝘢𝘵 𝘳𝘦𝘵𝘢𝘪𝘭 𝘮𝘦𝘥𝘪𝘢 𝘯𝘰𝘸 𝘩𝘢𝘴 𝘢𝘤𝘤𝘦𝘴𝘴 𝘵𝘰 𝘵𝘩𝘦 𝘴𝘢𝘮𝘦 𝘷𝘪𝘥𝘦𝘰 𝘢𝘯𝘥 𝘊𝘛𝘝 𝘪𝘯𝘷𝘦𝘯𝘵𝘰𝘳𝘺 𝘵𝘩𝘢𝘵 𝘩𝘢𝘴 𝘭𝘰𝘯𝘨 𝘣𝘦𝘦𝘯 𝘶𝘴𝘦𝘥 𝘧𝘰𝘳 𝘣𝘳𝘢𝘯𝘥 𝘣𝘶𝘪𝘭𝘥𝘪𝘯𝘨 𝘢𝘯𝘥 𝘨𝘪𝘷𝘦𝘯 𝘵𝘩𝘦 𝘴𝘤𝘢𝘭𝘦 𝘰𝘧 𝘵𝘩𝘦 𝘭𝘢𝘳𝘨𝘦𝘳 𝘙𝘔𝘕𝘴 𝘤𝘢𝘯 𝘣𝘦 𝘫𝘶𝘴𝘵 𝘢𝘴 𝘦𝘧𝘧𝘦𝘤𝘵𝘪𝘷𝘦." 𝗠𝘆 𝘁𝗮𝗸𝗲𝗮𝘄𝗮𝘆: even for the experts, there is a still a job to do to explain what RM is, and that it is NOT just media, not just trade with fancy name, and not a cash grab.
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Herik Mourão compartilhou issoEu falo de sampling como um dos formatos mais interessantes no Retail Media e agora o iFood sofisticou o sampling com segmentação de público super avançada e capacidade de medir o resultado até o nível do Lifetime Value da campanha. Parabéns ao time e prometo ficar atento aos cases de sucesso para compartilhar por aqui.Herik Mourão compartilhou issoNo novo episódio do Retail Media FC Cast direto do iFood, Vinicius Oliveira (Tech Director) e Camila Alvarez (Head of Industry & Business Dev - Business & Ads) falam sobre o novo Sampling: que começa pela audiência e permite à indústria rastrear desde a entrega até o comportamento posterior. É diferente de tudo e já tem campanha rodando! Assista ao episódio completo: https://lnkd.in/gm9KFcM2 Patrocínio: MegaMidia e Kevel. #RetailMedia #iFood #Sampling
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Herik Mourão compartilhou issoReplatforming”: um termo que os varejistas não podem mais ignorar A corrida em retail media já foi sobre quem começava primeiro. Mas, com o nível de complexidade e a importância estratégica que o setor alcançou, a regra mudou. Em artigo publicado na AdNews Australia, meu parceiro Christopher Woodworth, diretor da Kevel na Austrália, aborda essa nova fase do mercado. Soluções simplificadas, que já não atendem às demandas dos anunciantes e limitam a evolução dos varejistas, estão dando lugar a plataformas mais robustas e flexíveis — capazes de ampliar receitas e sustentar o crescimento em escala. Excelente leitura para quem busca levar sua operação de commerce media a um novo patamar.
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Herik Mourão compartilhou issoOs supermercados regionais ainda recebem pouca atenção quando falamos de Retail Media. E deveriam receber muito mais. No novo episódio do Unlocking Retail Media, David Glaza, fundador da DIGITS Agency, traz uma perspectiva muito interessante sobre esse mercado. Entre os temas da conversa: O erro simples que ainda está fazendo marcas perderem vendas Por que os times comerciais locais muitas vezes ficam de fora das decisões sobre orçamento de Retail Media Por que as marcas de bebidas alcoólicas estão avançando rapidamente nesse mercado Vale conferir — e depois me conta o que mais chamou sua atenção. 🎧 Disponível nas principais plataformas de podcast: Ouça o episódio de Unlocking Retail Media #RetailMedia #AdTech #RetailMediaNetwork #UnlockingRetailMedia Kevel BrasilHow Retailers Can Gain Access to Additional Brand Dollars with David GlazaHow Retailers Can Gain Access to Additional Brand Dollars with David Glaza
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Herik Mourão reagiu a issoHerik Mourão reagiu a issoBig news for our friend Lars Djuvik. He's Surfside's star signing for the season, becoming their new Chief Revenue Officer. Congrats!
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Herik Mourão gostou dissoHerik Mourão gostou dissoThe Middlemen is joining SMG’s Retail Media Leadership Summit 2026 as a content partner! I’m looking forward to welcoming back previous guests: • Sean Crawford— SMG • Christine Foster — Orange Apron Media ...and recording our first interviews with: • Dean Harris — Co-op • Shannon Brungs Hartmann — Kroger Precision Marketing • James Hay — Barrows Thank you to the SMG team for including The Middlemen Podcast! Full agenda in the comments.
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Herik Mourão gostou dissoHerik Mourão gostou dissoAfter an incredible journey, I’m moving on from my role as Chief Growth Officer at Chase Media Solutions . I'm leaving with a full heart. To the team I got to build and lead, you made me better every day. To our partners and clients, thank you for trusting me with your biggest ideas. To the leaders who bet on me, I’m deeply grateful. Chase gave me the chance to build something from the ground up and develop an incredibly talented team and I’m cheering everyone on! I'll share more soon on what’s next and I’ll see you at Advertising Week NY 🥂
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Herik Mourão gostou dissoHerik Mourão gostou dissoPrimeiro dia da The AI Conference, em San Francisco. Estou aqui com 22 executivos do e-commerce brasileiro, numa jornada da For Tomorrow com a Wake. Saí com uma conclusão técnica: confiança em agentes virou problema de arquitetura. Peter Norvig abriu com a métrica que mais importa hoje. Ela mede a duração das tarefas que um modelo completa com 80% de sucesso, calculada pelo tempo que um humano levaria. Em 2021 eram segundos. Em 2026 são horas. A curva é exponencial, e a capacidade continua irregular: o mesmo modelo resolve olimpíada de matemática e erra uma contagem simples. A Target mostrou como avalia seu assistente de compras. São 21 métricas com LLM como juiz, calibrado por produto, jurídico e engenharia. Em segurança e conformidade, a nota da conversa é a mínima entre os turnos: uma falha reprova tudo, com meta de 99%. Sem base histórica, o time gerou 650 perguntas e as expandiu em conversas com três personas simuladas, rodando a cada mudança de prompt ou modelo. O achado: restrições de alergia se perdiam ao longo dos turnos. Brian Yang, primeiro engenheiro do ChatGPT Ads da OpenAI, mostrou o outro extremo. Todo o código é escrito por agentes. Para cortar latência, dez agentes geram hipóteses, cada PR roda 24 a 48 horas num ambiente sombra com cópia do tráfego real, e só os 10% melhores seguem. Quando agentes independentes convergem na mesma solução, ele lê isso como sinal de qualidade. A revisão humana procura invariantes que o agente não conhece, como uma exigência legal apagada. Resultado: latência pela metade em um dia, e US$ 1 bilhão de receita anualizada em menos de 200 dias. Lindsay Walker, da Hedera, levou a discussão ao checkout. Um modelo probabilístico não pode liquidar dinheiro. O comércio de agentes vai precisar de limites determinísticos e de uma prova criptográfica de que um humano autorizou aquele escopo, substituindo o cartão presente. Protocolos como o X402 cobrem só o pagamento. Emmanuel Ameisenen, da Anthropicc, mostrou que dá para ler conceitos nas ativações do modelo. Num teste em que o modelo trapaceia, aparecem "manipulação" e "evitar detecção" antes da resposta. Juntando tudo, cada empresa desenhou a mesma coisa: um mapa que separa decisões reversíveis de irreversíveis. Nas reversíveis, ambiente sombra, enxame de agentes e avaliação contínua. Nas irreversíveis, nota mínima, prova de autorização e uma pessoa que assina. Trabalho com IA aplicada ao marketing desde 2018. Para o varejo brasileiro, a próxima vantagem está em desenhar esse mapa antes que o agente do cliente chegue ao checkout. #TheAIConference #AgenticCommerce #IA #Varejo
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Herik Mourão reagiu a issoHerik Mourão reagiu a issoA DRUM está de cara nova no time criativo para acelerar a operação da Geely no Brasil. Para acompanhar uma marca que cresce nesse ritmo, a gente precisa de craft pesado e inteligência rápida de mercado. Omnicom Media Brazil https://lnkd.in/dFhM5bh3
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Herik Mourão reagiu a issoHerik Mourão reagiu a issoO que mais gosto nas ativações é ver a ideia ganhar vida nas mãos das pessoas. E no Rock in Rio, essa experiência ganhou uma escala enorme. Ao lado do iFood, tivemos oito marcas na campanha e conseguimos conectar cada uma delas a momentos que já faziam parte da experiência dos fãs na Cidade do Rock. Estive por lá acompanhando de perto, visitando os estandes dos parceiros, participando das ativações e vendo como as pessoas interagiam com cada entrega. E os números ajudam a mostrar o tamanho dessa movimentação: • +12 mil produtos da indústria distribuídos • +10 mil mini câmeras distribuídas nos stands iFood, na collab com o Itaú • +3,3 mil pessoas participando da ativação do mercadinho • 3 mil pessoas vivendo as experiências com as marcas nos rooftops do iFood • GMV 42% maior entre as marcas investidoras, na comparação com marcas não investidoras das mesmas categorias. Mais do que estar presente em um dos maiores festivais do país, conseguimos colocar as marcas dentro da experiência e da conversa com o fã. E depois olhar para os dados para entender o impacto que essa conexão gerou. É esse encontro entre experiência, criatividade e dados que me anima a pensar no que podemos construir daqui para frente. E nada disso acontece sozinho. Foi muito bom construir tudo isso ao lado de tanta gente que topou pensar e fazer junto com a gente. Obrigada, Renata Petrecca e Mariana Martinelli, da Doritos; Larissa Moraes Mendes e Leonardo Zimberknopf Pires, da Trident; Guilherme Martins e Lindsay Stefani, de Johnnie Walker; TAÍSSA BRAGA, Karen Passeri e Ana Cristina Santos, da The Coca-Cola Company; Gabriella Tetti Paganoni, Pamella Dias, Juno Cruvinel, Matheus Pires e Fernanda Bueno, de Hellmann’s; Marcela Villares Reis e Raphael Flora de Assunção, de Cif; e Fernanda Saboya e João Eduardo, da Heineken. Obrigada pela parceria, pelas trocas e por fazerem parte dessa entrega com a gente, junto com um time muito competente!
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Herik Mourão reagiu a issoHerik Mourão reagiu a issoHoje encerro minha participação no projeto Retail Media | Uma empresa The Led. Entrei quando tudo ainda era uma ideia e uma ambição: construir do zero um dos primeiros negócios de Retail Media In-Store do Brasil, num momento em que o conceito de PDV como mídia ainda precisava ser explicado ao mercado. Foram dois anos estruturando a operação que hoje está presente em mais de 4.700 lojas, com mais de 12 mil telas instaladas. O trabalho duro e complexo de integrar BI & Analytics, mídia e comercial num mesmo modelo, desenhar formas de monetização orientadas por dados e performance e atuar diretamente no relacionamento com as redes de varejo, impulsionando o desenvolvimento de iniciativas de PDV como mídia. Obrigado pela confiança, Richard Albanesi, Ariane Finavaro, Cristiano Tassinari Alves, Kelson Schmitt, Felipe Freitas e Francesco Simeone, e a toda a equipe Retail Media e THE LED Oficial Sigo à frente da BCK Business, Client & Knowledge, com foco em transformação de negócios e missões executivas internacionais, levando esse repertório de Retail Media In-Store para os projetos que vêm pela frente.
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Herik Mourão reagiu a issoHerik Mourão reagiu a issoAbraço de uma vida juntos. Tive o privilégio de, num dia iluminado, sugerir a Gigi como futura editora do M&M. Eu saí. Ela ficou e escreveu uma história sem fim. Nunca, duremos quanto durarmos, esse vínculo vai desaparecer em futuro nenhum. É sobre isso o “Presente Mais-Que-Perfeito”, livro imperdível dela lançado ontem. Ao narrar a história da indústria da publicidade como pano de fundo, na real, o protagonista do livro, não se engane, é o Tempo. Esse fujão por definição. Estou na página 190 e adorando. Mas a porrada da Apresentação ainda segue ecoando na caixola. Não sei se vai sair de lá. Aperte os cintos: “Mais-que-perfeito também é um tempo verbal, aquele que nomeia o que já tinha acontecido antes de outro fato passado. É o passado do passado, uma camada anterior que insiste em reaparecer por trás do que veio depois. O nome do livro brinca com essa ideia. O presente em que vivemos não é uma folha em branco: é um agora sobreposto, habitado por passados que deveriam ter se encerrado e não se encerraram, por expectativas antigas que ainda cobram resposta, por futuros anunciados que ficaram retidos no caminho. Um presente “mais-que-perfeito” é um presente expandido e, muitas vezes, saturado. E é esse excesso, essa impossibilidade de conjugar o tempo no singular, que torna o momento atual tão desafiador para habitar. Uma das ideias mais provocativas do teórico cultural Mark Fisher é a de que vivemos sob o que ele chamou de “cancelamento lento do futuro”. Em vez de imaginar horizontes radicalmente novos, a cultura contemporânea parece presa a um presente que se repete, reciclando estilos, narrativas e promessas do passado. Fisher descreve esse fenômeno através do conceito de hauntologia, um tempo histórico assombrado por futuros que foram prometidos, mas nunca se realizaram. Não se trata de ausência de mudança, mas de uma sensação difusa de que, apesar da velocidade tecnológica e da aceleração da vida digital, o imaginário coletivo perdeu a capacidade de conceber alternativas profundas ao presente. Essa percepção dialoga diretamente com a ideia central deste livro: vivemos em um tempo em que o passado continua estruturando o presente, enquanto o futuro parece cada vez mais comprimido no agora. “
Experiência e formação acadêmica
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Kevel
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“Herik is an amazing professional. He knows a lot about online media, specially performance media. Our talks were very rich due his knowledge about retargeting, PLA (Product Listing Ads) , Search and Programmatic. And a very creative guy with a deep understanding of online media tools.”
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Trackocity Services Pvt. Ltd
96 seguidores
🚀 Attribution = Leverage: Why Media Buyers Who Track Win Bigger In the fast-paced world of digital marketing, every dollar spent must work harder than ever. Media buyers who prioritize attribution aren't just keeping score; they are unlocking the potential for greater ROI and strategic insights. 🔍 Why is Attribution Crucial? Attribution analytics enables marketing professionals to connect the dots between ad spend and conversion metrics. By understanding which channels and touchpoints drive performance, we can optimize campaigns in real-time, shifting resources to strategies that yield the best results. AI and advanced martech solutions are revolutionizing this space. They provide deeper insights into customer behavior and help automate the tracking process—removing the guesswork and allowing for data-driven decisions. Key Takeaway: The future of media buying is data-driven. By leveraging sophisticated attribution models, we can not only understand our wins but also refine our approach to capitalize on emerging trends and consumer preferences. 📈 Embrace attribution today and turn every interaction into an opportunity to win bigger. Let’s leverage the power of data to drive unparalleled success in our digital marketing efforts! #Attribution #DigitalMarketing #DataDriven #MediaBuyers #Martech #Analytics #PerformanceMarketing
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7 Mile Media
433 seguidores
Your funnel didn’t lose demand. Your denominator got polluted. As spend increases, lower intent users naturally enter the funnel. Raw conversion rates decline, which often leads teams to overcorrect creative or offers that are still working. Intent Adjusted Conversion Rate isolates true buying intent by measuring conversion using only qualified actions, such as demo requests that meet criteria or calls that actually show. Define one clear intent signal per funnel stage. Recalculate CVR using that signal as the denominator. Then use intent adjusted trends to decide whether the real issue is targeting, creative, or sales follow up. If you want us to audit your funnel using intent adjusted metrics, DM us “AUDIT”. #RevenueGrowth #MarketingStrategy #Analytics
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Adtrafix
11 seguidores
We just cut CPL by 47% across 12 client accounts. No magic. No fluff. Just fundamentals: - Stopped wasting budget on audiences that don't convert - Built attribution that actually works - Tested creative relentlessly. Killed what doesn't work. Scaled what does. - Optimized bids based on real conversion data—not guesses The results? ⬇️47% CPL (₹1,840 → ₹975) ⬆️157% Conversion Rate ⬇️75% Campaign Setup Time ⬆️87% Ad Spend Efficiency ⬇️45% Monthly Ad Cost (₹4.2L → ₹2.3L) This works across channels: Meta down 50%. Google down 44%. LinkedIn down 38%. YouTube down 48%. The difference between agencies? We obsess over what converts. We kill what doesn't. We measure everything. Ready to audit your campaigns and see where you're leaving money on the table? Drop "DATA" in the comments or DM us. #DigitalMarketing #PerformanceMarketing #DataDriven #MarketingROI #AdOptimization #LeadGeneration #ConversionOptimization #ClientResults
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Jessica Chung
ASOWORLD • 17 mil seguidores
Why do so many new apps struggle to get search visibility, even with solid products and budgets? 🤔 For most teams, the issue is not features or ads, but keyword ranking acquisition. Without early search traffic, new apps rarely surface in App Store results. This guide shows a practical path to visibility 👉 https://bit.ly/4bjjKd7 #keywordranking #appranking #newapps #startups #ASO #AppMarketing #UserAcquisition #MobileGrowth
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Outbound Click
382 seguidores
Your Google Ads numbers don’t always tell the full story. 👀 If Google Ads, GA4, and your CRM are showing different conversion numbers, it doesn’t necessarily mean your campaigns are broken. The real problem can be **tracking, attribution, or how each platform credits a conversion.** Before changing your campaigns, make sure your data is actually connected and being attributed correctly. Because better tracking = better decisions. 📊 [Google Ads, GA4, Google Analytics 4, conversion tracking, Google Ads tracking, attribution, marketing attribution, PPC tracking, conversion attribution, Google Ads conversions, GA4 conversions, analytics tracking, CRM tracking, paid advertising, digital marketing, performance marketing, ad campaign tracking, conversion data, marketing analytics] #GoogleAds #GA4 #GoogleAnalytics #DigitalMarketing #ConversionTracking #PaidAds #PPC #MarketingAnalytics #AdTracking #PerformanceMarketing
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Xpertium
6 seguidores
Practical strategies for early-stage apps: 1) Prioritize low-cost channels: ASO, referrals, and targeted performance campaigns. 2) Implement A/B testing from day one to optimize onboarding and creatives. 3) Use integrated analytics to measure LTV, CAC, and friction points. 4) Iterate product and marketing weekly to reduce churn and cost per acquisition. Xpertium develops your app and runs the campaign to eliminate friction between product and marketing. Discover how to maximize ROI with limited resources. https://wix.to/HSP10F3 #INNOVAMOSPORPASIÓN #MarketingDigital #Startups
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Content with Anubhav
3 seguidores
Many creators struggle with brand deal pricing. The common mistake? Quoting randomly without a system. A simple framework: • Calculate average views (last 10 posts) • Multiply based on audience quality – Tier 2/3 → 0.3 – Tier 1 → 0.5 This gives a starting benchmark. For larger creators, negotiation becomes key. Comment PRICE if you want the full strategy.
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Grand Block Technologies LLC
1 mil seguidores
Most ad campaigns fail before they even start. Here's the uncomfortable truth: 68% of B2B marketers haven't identified their funnel stages (Marketing Charts, 2024). They're running ads without a roadmap. We see this pattern constantly great creative, tight targeting, solid CTR of 3%+. But conversion rates stuck at 0.4%. The disconnect is simple: Only 3% of your market is ready to buy right now (Chet Holmes). The other 97% are still figuring out if they even have a problem. Yet most ads push for demos, trials, and "buy now" CTAs to completely cold audiences. It's like proposing on a first date. Technically forward, strategically broken. *What changed when we mapped funnels properly:* Cold audience → Educational content (problem awareness) Warm audience → Case studies + comparisons (solution evaluation) Hot audience → Demo offers (decision stage) The gap between awareness-stage traffic and decision-stage landing pages? That's where millions in ad spend disappear. Build the bridge first. Then run the ads. http://wa.me/971561843328 #WebsiteRedesign #GBTWeb #DigitalGrowth
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Raja Abu Bakar
Viva Naturals • 2 mil seguidores
ChatGPT Ads adds automated bidding, platform targeting ChatGPT Ads is adding a new Maximize results bid strategy, platform-level targeting and view-through conversion reporting, while expanding into Brazil and Mexico The updates give advertisers more control over where campaigns appear while simultaneously introducing more automation into how bids are managed. What’s new. Advertisers can now select Maximize results as their campaign bid strategy, allowing ChatGPT Ads to automatically set and adjust bids based on the campaign’s selected goal. The system is designed to generate as many results as possible from the available budget, shifting bid decisions from the advertiser to ChatGPT Ads’ automated bidding system. Automated bidding arrives. Rather than manually controlling individual bids, advertisers select their desired campaign goal and allow ChatGPT Ads to optimize bidding toward that outcome. Platform targeting. Advertisers are also gaining more control over where their ChatGPT campaigns can run. When creating a campaign, an Eligible platforms setting lets advertisers select one or more supported surfaces: iOS app, Android app or Web. That could be useful for advertisers that see meaningful differences in conversion rates, customer value or user behavior between mobile apps and the web. View-through conversions. ChatGPT Ads Manager now reports one-day view-through conversions at the campaign, ad group and individual ad levels. A view-through conversion is recorded when someone converts within one day of seeing an eligible ad without a qualifying ad click receiving credit for that conversion. The addition means advertisers may see more conversions attributed to ChatGPT Ads beyond those generated directly from clicks, making it important to distinguish between click-through and view-through performance when evaluating campaigns. WorkMagic integration. Advertisers can now connect ChatGPT Ads with WorkMagic to view ChatGPT campaign performance alongside other advertising channels. The integration can also send conversion signals back to OpenAI through the Conversions API, providing another route for advertisers to feed outcome data into the platform. Why we care. Automated bidding, platform targeting, view-through attribution and conversion signal integrations give advertisers more ways to optimize and measure campaigns, but they also introduce familiar questions around automation and attribution. In particular, advertisers should watch how Maximize results performs against more controlled bidding approaches and how much reported performance is driven by newly visible view-through conversions. Bottom line. ChatGPT Ads is getting more sophisticated and more widely available, adding automated bidding, platform controls and view-through attribution just as the advertising platform expands into dozens of new markets. August 24, 2026 at 09:42PM
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Invesp
35 mil seguidores
You’ve improved the design. Changed the copy. Tried a few A/B tests. But conversions? Still flat. The truth: most teams don’t struggle with ideas but with where to start optimizing the funnel. Here’s how top CRO experts approach it. 1. Start where the data points you. Brian Massey, Conversion Scientist at Conversion Sciences, says the data always decides. If users drop off on category pages, start there. If add-to-cart rates are low, focus on product pages. Pro tip: Use GA4 or FigPii to see exactly where people stop and fix that first. 2. Prioritize by effort and ROI. Iqbal Ali, experimentation consultant, recommends scoring each idea before testing. > Small fixes like clarifying pricing or simplifying forms often deliver faster ROI than a full-page redesign. > Use frameworks like ICE (Impact, Confidence, Effort) to choose your first experiment. 3. Optimize both ends of the funnel. Abi Hough, CRO consultant, warns that working in sequence is a trap. > Fix checkout friction while also ensuring ads and landing pages align with user intent. > When both ends improve together, you stop leaking conversions at every step. 4. Begin at the bottom for faster wins. Spencer G., Senior CRO Specialist, often starts from the bottom up. If traffic isn’t an issue, fix the checkout and cart flow first. That’s where small tweaks drive the biggest gains. The pattern is clear: >Let data tell you where users struggle. >Fix the highest-impact problems first. > Keep refining both acquisition and conversion sides. 📊 Read the full guide with examples and expert commentary in the comments section. #CRO #ConversionOptimization #DigitalMarketing #ABTesting #FunnelOptimization #Invesp
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